sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Escultura na Ponta do Lápis, literalmente!

Cakkos Amigos, o artista brasileiro Dalton Ghetti, baseado em Connecticut, nos Estados Unidos, esculpe pontas de lápis desde que era criança, na escola.

Apontando seus lápis com uma lâmina de barbear, ele descobriu a textura macia do grafite e começou a experimentar, primeiro esculpindo nomes na madeira dos lápis.

O escultor chegou a experimentar outros materiais como giz, sabão e casca de árvore, mas optou pelo grafite de lápis número 2 e de lápis de carpinteiro.

Suas obras hoje estão na exposição Meticulous Masterpieces: Contemporary Art by Dalton Ghetti, Les Lourigan e Jennifer Maestre, no New Britain Museum of American Art, em New Britain, Connecticut.

Sem tecnologia

Carpinteiro por profissão, Ghetti pode levar meses e até anos para completar suas mini-esculturas.

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Ele não usa lente de aumento ou nenhuma tecnologia, apenas lâminas de barbear e agulhas de costura. Ele procura sentar sob luz bem forte, de preferência do sol, e só trabalha nas esculturas durante uma hora e meia por dia, para poupar a vista.

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Sua escultura mais famosa, Alphabet, de 2005, em que esculpiu todas as letras do alfabeto em pontas de 26 lápis, foi completada em dois anos e meio.

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Em outras ocasiões, ele esculpiu ferramentas de seu dia-a-dia, como serras e um martelo. Na série Correntes, ele esculpiu o grafite do meio do lápis, unindo as duas pontas.

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"Eu me interesso pelas coisas pequenas da vida - insetos, mariposas, aranhas. Passo um longo tempo observando-os. Tem todo um mundo microscópico por aí que as pessoas sequer notam", diz ele.

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No passado, o público recebeu lentes de aumento ao visitar suas exposições, para poder ver os detalhes das esculturas.

"As pessoas veem minhas esculturas e olham de novo, de mais perto, e dizem: 'ah, tem algo aí'. Vivemos em uma sociedade de alta velocidade e não temos tempo para parar e refletir - é tudo vai, vai, vai. Eu espero que essas obras façam as pessoas parar e se dar conta de que há beleza em coisas pequenas."

Atualmente, Ghetti trabalha em um projeto em homenagem às vítimas dos atentados de 11 de setembro, em Nova York, em que vai esculpir uma lágrima em um lápis para cada morto na tragédia.

Ao todo, serão 3.000 mini-lágrimas que, juntas, formarão uma lágrima enorme. Ele estima que vai levar cerca de dez anos para completar o projeto.

Fonte:(1)

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Há 135 anos morria escritor dinamarquês Hans Christian Andersen

Cakkos amigos, quem é que nunca leu ou ouviu estórias antes de dormir? Pois é, o velho hábito criado para incentivar a leitura e a criatividade nas crianças, a leitura antes de dormir, perdia no dia 4 de agosto de 1875, há 135 anos, Hans Christian Andersen (1805-1875), criador dos contos "Patinho Feio", "A Pequena Sereia" e "O Soldadinho de Chumbo".

Nascido em Odense, cidade localizada 170 km ao oeste de Copenhagen, o escritor escreveu diversos livros adultos, mas foram os contos infantis que o transformaram em uma lenda da literatura mundial.

Andersen escreveu mais de 150 títulos durante a vida e foi um dos primeiros autores a se dedicar especificamente para as crianças. Seus livros apresentam confrontos morais e sociais.

O Dia Internacional do Livro Infantil é comemorado em 2 de abril, data de seu nascimento, e a mais importante premiação internacional do gênero leva seu nome. 

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O Patinho Feio

 

Sinopse

Um dos mais importantes e famosos clássicos da literatura infantil, o livro conta a história de um patinho diferente dos outros. Feio e desajeitado, ele sempre era motivo de piada entre os seus irmãos. Após viver muitas aventuras o patinho cresce e descobre que na verdade é um cisne, tornando-se belo e admirado.